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ESTÁ VIRANDO A
LOUCURA NO BRASIL
A DANÇA DO SIRI, alastra e é a nova
A grande moda em sítios os mais improváveis, todo o mundo começar a dançar a dança do siri....
BLOG LUSO-CARIOCA
Blog criado por Afonso Henrique e Zé Herdeiro..
Padrinhos de honra do blog: ACLÓVIO ALFAYA e JOSÉ ANTÓNIO HERDEIRO


Segunda-feira, Junho 04, 2012
Domingo, Junho 03, 2012
seguindo o BRASIL nos JOGOS DE PREPARAÇÃO
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TAMBÉM O BRASIL FOLI DERROTADO
NO AMISTOSO DE PREPARAÇÃO CONTRA
O MÉXICO 0-2
Futebol/Amistoso - (03/06/2012 18h00min - Atualizado 03/06/2012 18h00min13)
Brasil perde brilho e invencibilidade de dez jogos: 2 a 0 México
Dallas (Estados Unidos)
A Seleção Brasileira fracassou na missão de repetir as boas atuações das vitórias contra Dinamarca e Estados Unidos. Sem inspiração no ataque e desajustada na defesa, a equipe do técnico Menezes foi derrotada neste domingo por 2 a 0 pelo México, em amistoso disputado no portentoso Comboys Stadium, em Dallas (EUA).
Com o resultado, o time perde uma invencibilidade de dez partidas sob o comando de Mano Menezes. A Seleção Brasileira não era derrotada desde agosto do ano passado, quando caiu diante da Alemanha fora de casa.
Durante os 90 minutos, a Seleção insistiu no vício de atuar pelo lado esquerdo, com Neymar, que foi bem marcado pelos mexicanos. Outras opções ofensivas que brilharam nas partidas anteriores, Oscar e Hulk também decepcionaram. O México construiu o triunfo com gols de Giovani dos Santos e Chicharito Hernández.
O Brasil volta a atuar apenas no sábado, no fechamento da série de amistosos no exterior. O adversário será o maior rival, a Argentina, em New Jersey, nos Estados Unidos.
TAMBÉM O BRASIL FOLI DERROTADO
NO AMISTOSO DE PREPARAÇÃO CONTRA
O MÉXICO 0-2
Futebol/Amistoso - (03/06/2012 18h00min - Atualizado 03/06/2012 18h00min13)
Brasil perde brilho e invencibilidade de dez jogos: 2 a 0 México
Dallas (Estados Unidos)
A Seleção Brasileira fracassou na missão de repetir as boas atuações das vitórias contra Dinamarca e Estados Unidos. Sem inspiração no ataque e desajustada na defesa, a equipe do técnico Menezes foi derrotada neste domingo por 2 a 0 pelo México, em amistoso disputado no portentoso Comboys Stadium, em Dallas (EUA).
Com o resultado, o time perde uma invencibilidade de dez partidas sob o comando de Mano Menezes. A Seleção Brasileira não era derrotada desde agosto do ano passado, quando caiu diante da Alemanha fora de casa.
Durante os 90 minutos, a Seleção insistiu no vício de atuar pelo lado esquerdo, com Neymar, que foi bem marcado pelos mexicanos. Outras opções ofensivas que brilharam nas partidas anteriores, Oscar e Hulk também decepcionaram. O México construiu o triunfo com gols de Giovani dos Santos e Chicharito Hernández.
O Brasil volta a atuar apenas no sábado, no fechamento da série de amistosos no exterior. O adversário será o maior rival, a Argentina, em New Jersey, nos Estados Unidos.
escritores brasileiros - JOSÉ LINS DO REGO
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José Lins do Rego
Escritor e jornalista
Gênero literário
Regionalismo
Movimento literário
Modernismo (Segunda Geração)
José Lins do Rego Cavalcanti (Pilar, 3 de junho de 1901 — Rio de Janeiro, 12 de setembro de 1957) foi um escritor brasileiro que, ao lado de Graciliano Ramos, Érico Veríssimo e Jorge Amado, figura como um dos romancistas regionalistas mais prestigiosos da literatura nacional. Segundo Otto Maria Carpeaux, José Lins era "o último dos contadores de histórias." Seu romance de estreia, Menino de Engenho (1932), foi publicado com dificuldade, todavia logo foi elogiado pela crítica.
José Lins escreveu cinco livros a que nomeou "Ciclo da cana-de-açúcar", numa referência ao papel que nele ocupa a decadência do engenho açucareiro nordestino, visto de modo cada vez menos nostálgico e mais realista pelo autor: Menino de Engenho, Doidinho (1933), Bangüê (1934), O Moleque Ricardo (1935), e Usina (1936). Sua obra regionalista, contudo, não encaixa-se somente na denúncia sócio-política, mas, como afirmou Manuel Cavalcanti Proença, igualmente em sua "sensibilidade à flor da pele, na sinceridade diante da vida, na autenticidade que o caracterizavam."
José Lins nasceu na Paraíba; seus antepassados, que eram em grande parte senhores de engenho, legaram ao garoto a riqueza do engenho de açúcar que lhe ocupou toda a infância. Seu contato com o mundo rural do Nordeste lhe deu a oportunidade de, nostalgicamente e criticamente, relatar suas experiências através das personagens de seus primeiros romances. Lins era ativo nos meios intelectuais. Ao matricular-se em 1920 na Faculdade de Direito do Recife, ampliou seus contatos com o meio literário de Pernambuco, tornando-se amigo de José Américo de Almeida (autor de A Bagaceira). Em 1926, partiu para o Maceió, onde reunia-se com Graciliano Ramos, Rachel de Queiroz, Aurélio Buarque de Holanda e Jorge de Lima. Quando partiu para o Rio de Janeiro, em 1935, conquistou ainda mais a crítica e colaborou para a imprensa, escrevendo para os Diários Associados e O Globo.
É atribuído a José Lins do Rego a invenção de um novo romance moderno brasileiro. O conjunto de sua obra é um marco histórico na literatura regionalista por representar o declínio do Nordeste canavieiro. Alguns críticos acreditam que o autor ajudou a construir uma nova forma de escrever fundada na "obtenção de um ritmo oral", que foi tornada possível pela liberdade conquistada e praticada pelos modernistas de 1922.[8] Sua magnum opus, Fogo Morto (1943), é visto como o "romance dos grandes personagens." Massaud Moisés escreveu que esta obra-prima de José Lins "é uma das mais representativas não só da ficção dos anos 30 como de todo o Modernismo."
Biografia
Nascido no Engenho Corredor, município paraibano de Pilar, filho de João do Rego Cavalcanti e de Amélia Lins Cavalcanti (morta pelo marido esquizofrênico), fez as primeiras letras no Colégio de Itabaiana, no Instituto N. S. do Carmo e no Colégio Diocesano Pio X na então cidade da Paraíba atual João Pessoa. Depois estudou no Colégio Carneiro Leão e Osvaldo Cruz, em Recife. Desde esse tempo revelaram-se seus pendores literários. É de 1916, por exemplo, o primeiro contato com O Ateneu, de Raul Pompeia. Em 1918, aos dezessete anos portanto, José Lins travou conhecimento com Machado de Assis, através do Dom Casmurro. Desde a infância, já trazia consigo outras raízes, do sangue e da terra, que vinham de seus pais, passando de geração em geração por outros homens e mulheres sempre ligados ao mundo rural do Nordeste açucareiro, às senzalas e aos negros rebanhos humanos que a foi formando.
Após passar sua infância no interior e ver de perto os engenhos de açúcar perderem espaço para as usinas, provocando muitas transformações sociais e econômicas, foi para João Pessoa, onde fez o curso secundário e depois, para Recife, onde matriculou-se, em 1920, na faculdade de Direito.
Nesse período, além de colaborar periodicamente com o Jornal do Recife, fez amizade com Gilberto Freyre, que o influenciou e, em 1922, fundou o semanário Dom Casmurro.
Formou-se em 1923. Durante o curso, ampliou seus contatos com o meio literário pernambucano, tornando-se amigo de José Américo de Almeida, Osório Borba, Luís Delgado, Aníbal Fernandes, e outros. Gilberto Freyre, voltando em 1923 de uma longa temporada de estudos universitários nos Estados Unidos, marcou uma nova fase de influências no espírito de José Lins, através das ideias novas sobre a formação social brasileira.
Ingressou no Ministério Público como promotor em Manhuaçu, em 1925, onde entretanto não se demorou. Casando em 1924 com d. Filomena (Naná) Masa Lins do Rego, transferiu-se em 1926 para a capital de Alagoas, onde passou a exercer as funções de fiscal de bancos, até 1930, e fiscal de consumo, de 1931 a 1935. Em Maceió, tornou-se colaborador do Jornal de Alagoas e passou a fazer parte do grupo de Graciliano Ramos, Rachel de Queiroz, Aurélio Buarque de Holanda, Jorge de Lima, Valdemar Cavalcanti, Aloísio Branco, Carlos Paurílio e outros. Ali publicou o seu primeiro livro, Menino de engenho (1932), chave de uma obra que se revelou de importância fundamental na história do moderno romance brasileiro. Além das opiniões elogiosas da crítica, sobretudo de João Ribeiro, o livro mereceu o Prêmio da Fundação Graça Aranha. Em 1933, publicou Doidinho, o segundo livro do "Ciclo da Cana-de-Açúcar".
Perfil da obra e trajetória literária
O mundo rural do Nordeste, com as fazendas, as senzalas e os engenhos, serviu de inspiração para a obra do autor, que publicou seu primeiro livro - Menino de engenho - em 1932.
Como vimos, em 1926, decidiu deixar para trás o trabalho como promotor público no interior de Minas Gerais e transferiu-se para Maceió, Alagoas. Lá conviveu com um grupo de escritores muito especial: Graciliano Ramos (o autor de Vidas Secas), Rachel de Queiroz (a jovem cearense, que já publicara o romance O Quinze), o poeta Jorge de Lima, Aurélio Buarque de Holanda (o mestre do dicionário), que se tornariam seus amigos para sempre. Convivendo neste ambiente tão criativo, escreveu os romances Doidinho (1933) e Bangue (1934). Daí em diante a obra de Zélins, como era chamado, não conheceu interrupções: publicou romances, um volume de memórias, livros de viagem, de conferências e de crônicas. E Histórias da Velha Totônia, seu único livro para o público infanto-juvenil, lançado em 1936.
Em 1935, mudou-se para o Rio de Janeiro. Homem atuante, participava ativamente da vida cultural de seu tempo. Gostava de conversar, tinha um jeito bonachão e era apaixonado por futebol, ou melhor, pelo Flamengo. Seus livros são adaptados para o cinema e traduzidos na Alemanha, França, Inglaterra, Espanha, foi eleito para a Academia Brasileira de Letras.
Em 1957, José Lins morreu. Encontra-se sepultado no Cemitério de São João Batista no Rio de Janeiro. A obra de José Lins do Rego é publicada pela editora José Olympio.
O estilo de José Lins é inteiramente despojado e sem atitudes ou artifícios literários. Ele próprio via a si mesmo como um escritor instintivo e espontâneo, chegando a apontar que suas fontes da arte narrativa estavam nas ruas: "Quando imagino nos meus romances tomo sempre como modo de orientação o dizer as coisas como elas surgem na memória, com os jeitos e as maneiras simples dos cegos poetas." Apesar desta simplicidade linguística com que escreve,ele descreve com muita técnica os estados psicológicos de seus personagens,seguindo,assim,uma linha inaugurada por Proust.Além disso,ele tem um domínio da tradição literária e consegue fazer uma crítica dos hábitos em um estilo que lembra Thomas Hardy.
Academia Paraibana de Letras
É patrono da cadeira 39 da Academia Paraibana de Letras, que tem como fundador Coriolano de Medeiros. Atualmente ocupada por Sérgio de Castro Pinto.
Academia Brasileira de Letras
Foi eleito membro da Academia Brasileira de Letras em 15 de setembro de 1955, para a cadeira 25.
Lista de obras
Romances Menino de engenho (1932)
Doidinho (1933)
Bangüê (1934)
O Moleque Ricardo (1935)
Usina (1936)
Pureza (1937)
Pedra bonita (1938)
Riacho doce (1939)
Água-mãe (1941)
Fogo morto (1943)
Eurídice (1947)
Cangaceiros (1953)
Histórias da velha Totonha (1936)
Meus Verdes Anos (memórias) (1956)
Coletânea de Crônicas Gordos e magros (1942). Rio de Janeiro, Casa do Estudante do Brasil.
Poesia e vida (1945). Rio de Janeiro, Universal.
Homens, seres e coisas (1952). Rio de Janeiro, Serviço de documentação do Ministério da Educação e Saúde.
A casa e o homem (1954). Rio de Janeiro, Organização Simões.
Presença do Nordeste na literatura brasileira (1957). Rio de Janeiro, Serviço de Documentação do Ministério da Educação e Saúde.
O vulcão e a fonte (1958). Rio de Janeiro, O Cruzeiro.
Dias idos e vividos - antologia (1981). Seleção, organização e estudos críticos de Ivan Junqueira. Uio tie Janeiro, Nova Fronteira.
Ligeiros Traços: escritos de juventude (2007). Seleção, organização e notas de César Braga-Pinto. Rio de Janeiro: Editora José Olympio.
Flamengo é puro amor: 111 crônicas escolhidas (2008). Seleção, organização e notas de Marcos de Castro. Rio de Janeiro: Editora José Olympio[24].
Prefácios Caminhos do Pajeú, Luís Cristóvão dos Santos, 1955
Infanto-juvenil Histórias da Velha Totônia (1936). Rio de Janeiro, José Olympio.
Filmografia
Menino de engenho (1965). Produção: Glauber Rocha e Walter Lima Júnior. Direção: Walter Lima Júnior.
José Lins do Rego (documentário). Prêmio do Instituto Nacional do Cinema como a melhor direção de curta-metragem em 1969. Produção:
José Lins do Rego (curta-metragem). Produção: José Olympio Editora. Direção: Walter Lima Júnior.
Fogo morto. Produção: Miguel Borges. Direção: Marcos Faria.
José Lins do Rego
Escritor e jornalista
Gênero literário
Regionalismo
Movimento literário
Modernismo (Segunda Geração)
José Lins do Rego Cavalcanti (Pilar, 3 de junho de 1901 — Rio de Janeiro, 12 de setembro de 1957) foi um escritor brasileiro que, ao lado de Graciliano Ramos, Érico Veríssimo e Jorge Amado, figura como um dos romancistas regionalistas mais prestigiosos da literatura nacional. Segundo Otto Maria Carpeaux, José Lins era "o último dos contadores de histórias." Seu romance de estreia, Menino de Engenho (1932), foi publicado com dificuldade, todavia logo foi elogiado pela crítica.
José Lins escreveu cinco livros a que nomeou "Ciclo da cana-de-açúcar", numa referência ao papel que nele ocupa a decadência do engenho açucareiro nordestino, visto de modo cada vez menos nostálgico e mais realista pelo autor: Menino de Engenho, Doidinho (1933), Bangüê (1934), O Moleque Ricardo (1935), e Usina (1936). Sua obra regionalista, contudo, não encaixa-se somente na denúncia sócio-política, mas, como afirmou Manuel Cavalcanti Proença, igualmente em sua "sensibilidade à flor da pele, na sinceridade diante da vida, na autenticidade que o caracterizavam."
José Lins nasceu na Paraíba; seus antepassados, que eram em grande parte senhores de engenho, legaram ao garoto a riqueza do engenho de açúcar que lhe ocupou toda a infância. Seu contato com o mundo rural do Nordeste lhe deu a oportunidade de, nostalgicamente e criticamente, relatar suas experiências através das personagens de seus primeiros romances. Lins era ativo nos meios intelectuais. Ao matricular-se em 1920 na Faculdade de Direito do Recife, ampliou seus contatos com o meio literário de Pernambuco, tornando-se amigo de José Américo de Almeida (autor de A Bagaceira). Em 1926, partiu para o Maceió, onde reunia-se com Graciliano Ramos, Rachel de Queiroz, Aurélio Buarque de Holanda e Jorge de Lima. Quando partiu para o Rio de Janeiro, em 1935, conquistou ainda mais a crítica e colaborou para a imprensa, escrevendo para os Diários Associados e O Globo.
É atribuído a José Lins do Rego a invenção de um novo romance moderno brasileiro. O conjunto de sua obra é um marco histórico na literatura regionalista por representar o declínio do Nordeste canavieiro. Alguns críticos acreditam que o autor ajudou a construir uma nova forma de escrever fundada na "obtenção de um ritmo oral", que foi tornada possível pela liberdade conquistada e praticada pelos modernistas de 1922.[8] Sua magnum opus, Fogo Morto (1943), é visto como o "romance dos grandes personagens." Massaud Moisés escreveu que esta obra-prima de José Lins "é uma das mais representativas não só da ficção dos anos 30 como de todo o Modernismo."
Biografia
Nascido no Engenho Corredor, município paraibano de Pilar, filho de João do Rego Cavalcanti e de Amélia Lins Cavalcanti (morta pelo marido esquizofrênico), fez as primeiras letras no Colégio de Itabaiana, no Instituto N. S. do Carmo e no Colégio Diocesano Pio X na então cidade da Paraíba atual João Pessoa. Depois estudou no Colégio Carneiro Leão e Osvaldo Cruz, em Recife. Desde esse tempo revelaram-se seus pendores literários. É de 1916, por exemplo, o primeiro contato com O Ateneu, de Raul Pompeia. Em 1918, aos dezessete anos portanto, José Lins travou conhecimento com Machado de Assis, através do Dom Casmurro. Desde a infância, já trazia consigo outras raízes, do sangue e da terra, que vinham de seus pais, passando de geração em geração por outros homens e mulheres sempre ligados ao mundo rural do Nordeste açucareiro, às senzalas e aos negros rebanhos humanos que a foi formando.
Após passar sua infância no interior e ver de perto os engenhos de açúcar perderem espaço para as usinas, provocando muitas transformações sociais e econômicas, foi para João Pessoa, onde fez o curso secundário e depois, para Recife, onde matriculou-se, em 1920, na faculdade de Direito.
Nesse período, além de colaborar periodicamente com o Jornal do Recife, fez amizade com Gilberto Freyre, que o influenciou e, em 1922, fundou o semanário Dom Casmurro.
Formou-se em 1923. Durante o curso, ampliou seus contatos com o meio literário pernambucano, tornando-se amigo de José Américo de Almeida, Osório Borba, Luís Delgado, Aníbal Fernandes, e outros. Gilberto Freyre, voltando em 1923 de uma longa temporada de estudos universitários nos Estados Unidos, marcou uma nova fase de influências no espírito de José Lins, através das ideias novas sobre a formação social brasileira.
Ingressou no Ministério Público como promotor em Manhuaçu, em 1925, onde entretanto não se demorou. Casando em 1924 com d. Filomena (Naná) Masa Lins do Rego, transferiu-se em 1926 para a capital de Alagoas, onde passou a exercer as funções de fiscal de bancos, até 1930, e fiscal de consumo, de 1931 a 1935. Em Maceió, tornou-se colaborador do Jornal de Alagoas e passou a fazer parte do grupo de Graciliano Ramos, Rachel de Queiroz, Aurélio Buarque de Holanda, Jorge de Lima, Valdemar Cavalcanti, Aloísio Branco, Carlos Paurílio e outros. Ali publicou o seu primeiro livro, Menino de engenho (1932), chave de uma obra que se revelou de importância fundamental na história do moderno romance brasileiro. Além das opiniões elogiosas da crítica, sobretudo de João Ribeiro, o livro mereceu o Prêmio da Fundação Graça Aranha. Em 1933, publicou Doidinho, o segundo livro do "Ciclo da Cana-de-Açúcar".
Perfil da obra e trajetória literária
O mundo rural do Nordeste, com as fazendas, as senzalas e os engenhos, serviu de inspiração para a obra do autor, que publicou seu primeiro livro - Menino de engenho - em 1932.
Como vimos, em 1926, decidiu deixar para trás o trabalho como promotor público no interior de Minas Gerais e transferiu-se para Maceió, Alagoas. Lá conviveu com um grupo de escritores muito especial: Graciliano Ramos (o autor de Vidas Secas), Rachel de Queiroz (a jovem cearense, que já publicara o romance O Quinze), o poeta Jorge de Lima, Aurélio Buarque de Holanda (o mestre do dicionário), que se tornariam seus amigos para sempre. Convivendo neste ambiente tão criativo, escreveu os romances Doidinho (1933) e Bangue (1934). Daí em diante a obra de Zélins, como era chamado, não conheceu interrupções: publicou romances, um volume de memórias, livros de viagem, de conferências e de crônicas. E Histórias da Velha Totônia, seu único livro para o público infanto-juvenil, lançado em 1936.
Em 1935, mudou-se para o Rio de Janeiro. Homem atuante, participava ativamente da vida cultural de seu tempo. Gostava de conversar, tinha um jeito bonachão e era apaixonado por futebol, ou melhor, pelo Flamengo. Seus livros são adaptados para o cinema e traduzidos na Alemanha, França, Inglaterra, Espanha, foi eleito para a Academia Brasileira de Letras.
Em 1957, José Lins morreu. Encontra-se sepultado no Cemitério de São João Batista no Rio de Janeiro. A obra de José Lins do Rego é publicada pela editora José Olympio.
O estilo de José Lins é inteiramente despojado e sem atitudes ou artifícios literários. Ele próprio via a si mesmo como um escritor instintivo e espontâneo, chegando a apontar que suas fontes da arte narrativa estavam nas ruas: "Quando imagino nos meus romances tomo sempre como modo de orientação o dizer as coisas como elas surgem na memória, com os jeitos e as maneiras simples dos cegos poetas." Apesar desta simplicidade linguística com que escreve,ele descreve com muita técnica os estados psicológicos de seus personagens,seguindo,assim,uma linha inaugurada por Proust.Além disso,ele tem um domínio da tradição literária e consegue fazer uma crítica dos hábitos em um estilo que lembra Thomas Hardy.
Academia Paraibana de Letras
É patrono da cadeira 39 da Academia Paraibana de Letras, que tem como fundador Coriolano de Medeiros. Atualmente ocupada por Sérgio de Castro Pinto.
Academia Brasileira de Letras
Foi eleito membro da Academia Brasileira de Letras em 15 de setembro de 1955, para a cadeira 25.
Lista de obras
Romances Menino de engenho (1932)
Doidinho (1933)
Bangüê (1934)
O Moleque Ricardo (1935)
Usina (1936)
Pureza (1937)
Pedra bonita (1938)
Riacho doce (1939)
Água-mãe (1941)
Fogo morto (1943)
Eurídice (1947)
Cangaceiros (1953)
Histórias da velha Totonha (1936)
Meus Verdes Anos (memórias) (1956)
Coletânea de Crônicas Gordos e magros (1942). Rio de Janeiro, Casa do Estudante do Brasil.
Poesia e vida (1945). Rio de Janeiro, Universal.
Homens, seres e coisas (1952). Rio de Janeiro, Serviço de documentação do Ministério da Educação e Saúde.
A casa e o homem (1954). Rio de Janeiro, Organização Simões.
Presença do Nordeste na literatura brasileira (1957). Rio de Janeiro, Serviço de Documentação do Ministério da Educação e Saúde.
O vulcão e a fonte (1958). Rio de Janeiro, O Cruzeiro.
Dias idos e vividos - antologia (1981). Seleção, organização e estudos críticos de Ivan Junqueira. Uio tie Janeiro, Nova Fronteira.
Ligeiros Traços: escritos de juventude (2007). Seleção, organização e notas de César Braga-Pinto. Rio de Janeiro: Editora José Olympio.
Flamengo é puro amor: 111 crônicas escolhidas (2008). Seleção, organização e notas de Marcos de Castro. Rio de Janeiro: Editora José Olympio[24].
Prefácios Caminhos do Pajeú, Luís Cristóvão dos Santos, 1955
Infanto-juvenil Histórias da Velha Totônia (1936). Rio de Janeiro, José Olympio.
Filmografia
Menino de engenho (1965). Produção: Glauber Rocha e Walter Lima Júnior. Direção: Walter Lima Júnior.
José Lins do Rego (documentário). Prêmio do Instituto Nacional do Cinema como a melhor direção de curta-metragem em 1969. Produção:
José Lins do Rego (curta-metragem). Produção: José Olympio Editora. Direção: Walter Lima Júnior.
Fogo morto. Produção: Miguel Borges. Direção: Marcos Faria.
Sábado, Junho 02, 2012
seguindo PORTUGAL no EUROPEU 2012
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NO SEGUNDO JOGO DE PREPARAÇÃO
A 8 DIAS DO EUROPEU PORTUGAL
PERDEU NO ESTÁDIO DA LUZ 1-3
COM A TURQUIA.
A Seleção Nacional despediu-se dos portugueses com uma derrota, diante da Turquia (1-3) e leva como banda sonora da viagem para a Polónia... os assobios.
Tal como tinha acontecido em Leiria, diante da Macedónia (0-0), a exibição descolorida dos jogadores lusos levou o público a vaiar a equipa que, verdade seja dita, foi alvo de forte apoio durante a maior parte do jogo.
O maior inimigo na Luz, esse, foi mesmo... a própria equipa, sobretudo o setor defensivo, a precisar de grande atenção por Paulo Bento no contra-relógio até ao jogo com a Alemanha, no dia 9.
Mas não foi só, pois Portugal não tem ponta de lança credível, o Liedson faz muita falta, quer o Hugo Almeida ,quer o Postiga não têm dimensão de grandes concretizadores e Portugal não marca golos... a bola
O primeiro golo da Turquia, ainda antes do intervalo (34 minutos), surgiu num erro defensivo conjunto de Portugal, que deu demasiado espaço para Umut Bulut entrar como quis na área e antecipar-se a Fábio Coentrão.
Na segunda parte, aos 52 minutos, Umut Bulut voltou a estar no sítio certo para aproveitar um mau passe de Miguel Veloso para Bruno Alves e fixar o marcador nos 0-2.
Portugal ainda reagiu e reduziu o marcador, por Nani, já depois de Cristiano Ronaldo não ter aproveitado uma grande penalidade a castigar a falta de Emre sobre Miguel Lopes - o lateral do SC Braga, em estreia absoluta, foi dos melhores em campo - mas aos 88 minutos, a Seleção voltou a fazer das suas: Eduardo, que substituiu Rui Patrício, falhou o tempo de saída, a bola bateu às 3 tabelas nos 3 defesas e Pepe, o ultimo deles, desviou para onde não devia.
O jogo foi particular, é certo, Portugal criou ocasiões suficientes para vencer mas, estatísticas à parte, a Turquia foi mais adulta e, principalmente, mais afortunada.
Não vale a pena virar a cara para o lado. Afinal, foram quase 60 mil a assobiar a equipa de todos nós na hora da despedida.
NO SEGUNDO JOGO DE PREPARAÇÃO
A 8 DIAS DO EUROPEU PORTUGAL
PERDEU NO ESTÁDIO DA LUZ 1-3
COM A TURQUIA.
A Seleção Nacional despediu-se dos portugueses com uma derrota, diante da Turquia (1-3) e leva como banda sonora da viagem para a Polónia... os assobios.
Tal como tinha acontecido em Leiria, diante da Macedónia (0-0), a exibição descolorida dos jogadores lusos levou o público a vaiar a equipa que, verdade seja dita, foi alvo de forte apoio durante a maior parte do jogo.
O maior inimigo na Luz, esse, foi mesmo... a própria equipa, sobretudo o setor defensivo, a precisar de grande atenção por Paulo Bento no contra-relógio até ao jogo com a Alemanha, no dia 9.
Mas não foi só, pois Portugal não tem ponta de lança credível, o Liedson faz muita falta, quer o Hugo Almeida ,quer o Postiga não têm dimensão de grandes concretizadores e Portugal não marca golos... a bola
O primeiro golo da Turquia, ainda antes do intervalo (34 minutos), surgiu num erro defensivo conjunto de Portugal, que deu demasiado espaço para Umut Bulut entrar como quis na área e antecipar-se a Fábio Coentrão.
Na segunda parte, aos 52 minutos, Umut Bulut voltou a estar no sítio certo para aproveitar um mau passe de Miguel Veloso para Bruno Alves e fixar o marcador nos 0-2.
Portugal ainda reagiu e reduziu o marcador, por Nani, já depois de Cristiano Ronaldo não ter aproveitado uma grande penalidade a castigar a falta de Emre sobre Miguel Lopes - o lateral do SC Braga, em estreia absoluta, foi dos melhores em campo - mas aos 88 minutos, a Seleção voltou a fazer das suas: Eduardo, que substituiu Rui Patrício, falhou o tempo de saída, a bola bateu às 3 tabelas nos 3 defesas e Pepe, o ultimo deles, desviou para onde não devia.
O jogo foi particular, é certo, Portugal criou ocasiões suficientes para vencer mas, estatísticas à parte, a Turquia foi mais adulta e, principalmente, mais afortunada.
Não vale a pena virar a cara para o lado. Afinal, foram quase 60 mil a assobiar a equipa de todos nós na hora da despedida.
Sexta-feira, Junho 01, 2012
Escritores brasileiros .- MOACYR SCLIAR
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Moacyr Jaime Scliar
23 de março de 1937
Porto Alegre, RS
médico, escritor
Gênero literário
Contos, romances, novelas, literatura infantojuvenil e crônicas,
Temas abordados
imigração judaica no Brasil
Moacyr Jaime Scliar (Porto Alegre, 23 de março de 1937 — Porto Alegre, 27 de fevereiro de 2011) foi um escritor brasileiro. Formado em medicina, trabalhou como médico especialista em saúde pública e professor universitário. Sua prolífica obra consiste de contos, romances, ensaios e literatura infantojuvenil. Também ficou conhecido por suas crônicas nos principais jornais do país.
Filho de José e Sara Scliar, Moacyr nasceu no Bom Fim, bairro que concentra a comunidade judaica. Alfabetizado pela mãe, professora primária, a partir de 1943 cursou a Escola de Educação e Cultura, daquela cidade, conhecida como Colégio Iídiche. Transferiu-se, em 1948, para o Colégio Nossa Senhora do Rosário (católico).
Em 1963, após se formar pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, iniciou sua vida como médico, fazendo residência médica. Especializou-se no campo da saúde pública como médico sanitarista. Iniciou os trabalhos nessa área em 1969. Em 1970, frequentou curso de pós-graduação em medicina em Israel. Posteriormente, tornou-se doutor em Ciências pela Escola Nacional de Saúde Pública. Foi professor da disciplina de medicina e comunidade do curso de medicina da Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA).
Moacyr Scliar era torcedor do Cruzeiro, de Porto Alegre.[1] Devido a sua morte, os jogadores do Cruzeiro fizeram uma homenagem para este torcedor-símbolo do clube, entrando de luto na partida contra o Grêmio, no dia 27 de fevereiro, que contou com um minuto de silêncio em homenagem a Scliar.[2]
Carreira
Scliar publicou mais de setenta livros. Seu estilo leve e irônico lhe garantiu um público bastante amplo de leitores, e em 2003 foi eleito para a Academia Brasileira de Letras, tendo recebido antes uma grande quantidade de prêmios literários como o Jabuti (1988, 1993 e 2009), o Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) (1989) e o Casa de las Américas (1989).
Suas obras frequentemente abordam a imigração judaica no Brasil, mas também tratam de temas como o socialismo, a medicina (área de sua formação), a vida de classe média e vários outros assuntos. O autor já teve obras suas traduzidas para doze idiomas.
Em 2002 ele se envolveu em uma polêmica com o escritor canadense Yann Martel, cujo famoso romance A Vida de Pi, vencedor do prêmio Man Booker, foi acusado de ser um plágio da sua novela Max e os felinos. O escritor gaúcho, no entanto, diz que a mídia extrapolou ao tratar do caso, e que ele nunca teve o intuito de processar o escritor canadense.
Entre suas obras mais importantes estão os seus contos e os romances O ciclo das águas, A estranha nação de Rafael Mendes, O exército de um homem só e O centauro no jardim, este último incluído na lista dos 100 melhores livros de temática judaica dos últimos 200 anos, feita pelo National Yiddish Book Center nos Estados Unidos.
Adaptação para o cinema
Em 1998, o romance "Um Sonho no Caroço do Abacate" foi adaptado para o cinema, com o título "Caminho dos Sonhos", sob a direção de Lucas Amberg. O filme participou dos festivais de Gramado, Miami, Trieste e outros. O filme narra a história do filho de um casal de imigrantes judeus lituanos que se estabelece no bairro do Bom Retiro, em São Paulo, nos anos 1960. O jovem Mardo (Edward Boggiss) apaixona-se por Ana (Taís Araújo), uma estudante negra. Os jovens encontram no amor a força e a determinação para enfrentarem a discriminação na escola onde estudam e o preconceito entre as famílias.
Em 2002, o romance Sonhos Tropicais foi adaptado para o cinema sob a direção de André Sturm, com Carolina Kasting, Bruno Giordano, Flávio Galvão, Ingra Liberato e Cecil Thiré no elenco. O filme relata o combate à febre amarela no Rio de Janeiro, comandado pelo médico sanitarista Oswaldo Cruz, e a resistência da população à vacinação obrigatória, que resultou na chamada Revolta da Vacina. Em paralelo, é narrada a história de uma jovem judia polonesa, que imigra para o Brasil em busca de uma vida melhor, mas acaba por se prostituir.
Scliar morreu por volta da 1h do dia 27 de fevereiro de 2011, aos 73 anos, de falência múltipla dos órgãos. Ele estava internado no Hospital de Clínicas de Porto Alegre desde o dia 11 de janeiro, quando deu entrada para a retirada de pólipos (formações benignas) no intestino. A cirurgia foi bem sucedida, mas o escritor acabou tendo um acidente vascular cerebral (AVC) no dia 17 de janeiro, durante o período de recuperação, falecendo quase cinquenta dias depois de sua entrada no hospital[3][4][5].
Academia Brasileira de Letras
Foi o sétimo ocupante da cadeira 31 da Academia Brasileira de Letras. Foi eleito em 31 de julho de 2003, na sucessão de Geraldo França de Lima, e recebido em 22 de outubro de 2003 pelo acadêmico Carlos Nejar.
Obra
Contos O carnaval dos animais. Porto Alegre, Movimento, 1968
A balada do falso Messias. São Paulo, Ática, 1976
Histórias da terra trêmula. São Paulo, Escrita, 1976
O anão no televisor. Porto Alegre, Globo, 1979
Os melhores contos de Moacyr Scliar. São Paulo, Global, 1984
Dez contos escolhidos. Brasília, Horizonte, 1984
O olho enigmático. Rio, Guanabara, 1986
Contos reunidos. São Paulo, Companhia das Letras, 1995
O amante da Madonna. Porto Alegre, Mercado Aberto, 1997
Os contistas. Rio, Ediouro, 1997
Histórias para (quase) todos os gostos. Porto Alegre, L&PM, 1998
Pai e filho, filho e pai. Porto Alegre, L&PM, 2002
Histórias que os jornais não contam. Rio de Janeiro, Agir, 2009.
Romances A guerra no Bom Fim. Rio, Expressão e Cultura, 1972. Porto Alegre, L&PM, ISBN 9788525413215
O exército de um homem só. Rio, Expressão e Cultura, 1973. Porto Alegre, L&PM, ISBN 852540652X
Os deuses de Raquel. Rio, Expressão e Cultura, 1975. Porto Alegre, L&PM, ISBN 85-254-1225-2
O ciclo das águas. Porto Alegre, Globo, 1975; Porto Alegre, L&PM, 1996, ISBN 9788574887838
Mês de cães danados. Porto Alegre, L&PM, 1977, ISBN 852541221X
Doutor Miragem. Porto Alegre, L&PM, 1979, ISBN 8525409219
Os voluntários. Porto Alegre, L&PM, 1979, ISBN 8525410667
O Centauro no Jardim. Rio, Nova Fronteira, 1980. Porto Alegre, L&PM (Tradução francesa:"Le centaure dans le jardin" ),Presses de la Renaissance, Paris, ISBN 2-264-01545-4, 1985
Max e os felinos. Porto Alegre, L&PM, 1981, ISBN 8525410489
A estranha nação de Rafael Mendes. Porto Alegre, L&PM, 1983, ISBN 8525409367
Cenas da vida minúscula. Porto Alegre, L&PM, 1991, ISBN 8525403555
Sonhos tropicais. São Paulo, Companhia das Letras, 1992, ISBN 8571642494
A majestade do Xingu. São Paulo, Companhia das Letras, 1997, ISBN 8571647011
A mulher que escreveu a Bíblia. São Paulo, Companhia das Letras, 1999, ISBN 8571649375
Os leopardos de Kafka. São Paulo, Companhia das Letras, 2000, ISBN 9788535900217
Uma história farroupilha. Porto Alegre, L&PM, 2004, ISBN 8525414204
Na noite do ventre, o diamante. Rio de Janeiro: Ed. Objetiva, 2005, ISBN 8573026790
Ciumento de carteirinha Editora Ática, 2006, ISBN 8508101104
Os vendilhões do templo Companhia das Letras, 2006, ISBN 9788535908299
Manual da paixão solitária. São Paulo: Companhia das Letras, ISBN 9788535913552, 2008
Eu vos abraço, milhões. São Paulo: Companhia das Letras, ISBN 9788535917390. 2010
Ficção infantojuvenil Cavalos e obeliscos. Porto Alegre, Mercado Aberto, 1981; São Paulo, Ática, 2001, ISBN 9788508107247
A festa no castelo. Porto Alegre, L&PM, 1982, ISBN 8525410403
Memórias de um aprendiz de escritor. São Paulo, Cia. Editora Nacional, 1984*, ISBN 8504005674
No caminho dos sonhos. São Paulo, FTD, 1988, ISBN 9788508097753
O tio que flutuava. São Paulo, Ática, 1988, ISBN 85-08-03012-2
Os cavalos da República. São Paulo, FTD, 1989, ISBN 850809759
Pra você eu conto. São Paulo, Atual, 1991, ISBN 9788535708738
Uma história só pra mim. São Paulo, Atual, 1994, ISBN 8535703381
Um sonho no caroço do abacate. São Paulo, Global, 1995, ISBN 8526005111
O Rio Grande farroupilha. São Paulo, Ática, 1995, ISBN 8508044771
Câmera na mão, o guarani no coração. São Paulo, Ática, 1998, ISBN 8508071760
A colina dos suspiros. São Paulo, Moderna, 1999, ISBN 8516023508
O livro da medicina. São Paulo, Companhia das Letrinhas, 2000, ISBN 9788574060811
O mistério da casa verde. São Paulo, Ática, 2000, ISBN 9788508120666
O ataque do comando P.Q. São Paulo, Ática, 2001, ISBN 9788508120581
O sertão vai virar mar. São Paulo, Ática, 2002, ISBN 8508120257
Aquele estranho colega, o meu pai. São Paulo, Atual, 2002, ISBN 8535702474
Éden-Brasil. São Paulo, Companhia das Letras, 2002, ISBN 8535902465
O irmão que veio de longe. Idem, idem, ISBN: 8574061417
Nem uma coisa, nem outra. Rio, Rocco, 2003, ISBN 8532515088
Aprendendo a amar - e a curar. São Paulo, Scipione, 2003, ISBN 978-85-262-4593-7
Navio das cores. São Paulo, Berlendis & Vertecchia, 2003, ISBN 8586387711
Livro de Todos - O Mistério do Texto Roubado. São Paulo, Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 2008. Obra coletiva (Moacyr Scliar e vários autores), ISBN 9788570606129
Crônicas A massagista japonesa. Porto Alegre, L&PM, 1984
Um país chamado infância. Porto Alegre, Sulina, 1989
Dicionário do viajante insólito. Porto Alegre, L&PM, 1995
Minha mãe não dorme enquanto eu não chegar. Porto Alegre, L&PM, 1996. Artes e Ofícios, 2001
O imaginário cotidiano. São Paulo, Global, 2001
A língua de três pontas: crônicas e citações sobre a arte de falar mal. Porto Alegre
Ensaios A condição judaica. Porto Alegre, L&PM, 1987
Do mágico ao social: a trajetória da saúde pública. Porto Alegre, L&PM, 1987; SP, Senac, 2002
Cenas médicas. Porto Alegre, Editora da Ufrgs, 1988. Artes&Ofícios, 2002
Enígmas da culpa. São Paulo, Objetiva, 2007
Prêmios
Prêmio Jabuti de Literatura, 1988, categoria Contos, Crônicas e Novelas
Prêmio APCA, 1989, categoria Literatura
Prêmio Casa de las Americas, 1989, categoria Conto
Prêmio Jabuti de Literatura, 1993, categoria Romance
Prêmio Jabuti de Literatura, 2009, categoria Romanc

Moacyr Jaime Scliar
23 de março de 1937
Porto Alegre, RS
médico, escritor
Gênero literário
Contos, romances, novelas, literatura infantojuvenil e crônicas,
Temas abordados
imigração judaica no Brasil
Moacyr Jaime Scliar (Porto Alegre, 23 de março de 1937 — Porto Alegre, 27 de fevereiro de 2011) foi um escritor brasileiro. Formado em medicina, trabalhou como médico especialista em saúde pública e professor universitário. Sua prolífica obra consiste de contos, romances, ensaios e literatura infantojuvenil. Também ficou conhecido por suas crônicas nos principais jornais do país.
Filho de José e Sara Scliar, Moacyr nasceu no Bom Fim, bairro que concentra a comunidade judaica. Alfabetizado pela mãe, professora primária, a partir de 1943 cursou a Escola de Educação e Cultura, daquela cidade, conhecida como Colégio Iídiche. Transferiu-se, em 1948, para o Colégio Nossa Senhora do Rosário (católico).
Em 1963, após se formar pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, iniciou sua vida como médico, fazendo residência médica. Especializou-se no campo da saúde pública como médico sanitarista. Iniciou os trabalhos nessa área em 1969. Em 1970, frequentou curso de pós-graduação em medicina em Israel. Posteriormente, tornou-se doutor em Ciências pela Escola Nacional de Saúde Pública. Foi professor da disciplina de medicina e comunidade do curso de medicina da Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA).
Moacyr Scliar era torcedor do Cruzeiro, de Porto Alegre.[1] Devido a sua morte, os jogadores do Cruzeiro fizeram uma homenagem para este torcedor-símbolo do clube, entrando de luto na partida contra o Grêmio, no dia 27 de fevereiro, que contou com um minuto de silêncio em homenagem a Scliar.[2]
Carreira
Scliar publicou mais de setenta livros. Seu estilo leve e irônico lhe garantiu um público bastante amplo de leitores, e em 2003 foi eleito para a Academia Brasileira de Letras, tendo recebido antes uma grande quantidade de prêmios literários como o Jabuti (1988, 1993 e 2009), o Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) (1989) e o Casa de las Américas (1989).
Suas obras frequentemente abordam a imigração judaica no Brasil, mas também tratam de temas como o socialismo, a medicina (área de sua formação), a vida de classe média e vários outros assuntos. O autor já teve obras suas traduzidas para doze idiomas.
Em 2002 ele se envolveu em uma polêmica com o escritor canadense Yann Martel, cujo famoso romance A Vida de Pi, vencedor do prêmio Man Booker, foi acusado de ser um plágio da sua novela Max e os felinos. O escritor gaúcho, no entanto, diz que a mídia extrapolou ao tratar do caso, e que ele nunca teve o intuito de processar o escritor canadense.
Entre suas obras mais importantes estão os seus contos e os romances O ciclo das águas, A estranha nação de Rafael Mendes, O exército de um homem só e O centauro no jardim, este último incluído na lista dos 100 melhores livros de temática judaica dos últimos 200 anos, feita pelo National Yiddish Book Center nos Estados Unidos.
Adaptação para o cinema
Em 1998, o romance "Um Sonho no Caroço do Abacate" foi adaptado para o cinema, com o título "Caminho dos Sonhos", sob a direção de Lucas Amberg. O filme participou dos festivais de Gramado, Miami, Trieste e outros. O filme narra a história do filho de um casal de imigrantes judeus lituanos que se estabelece no bairro do Bom Retiro, em São Paulo, nos anos 1960. O jovem Mardo (Edward Boggiss) apaixona-se por Ana (Taís Araújo), uma estudante negra. Os jovens encontram no amor a força e a determinação para enfrentarem a discriminação na escola onde estudam e o preconceito entre as famílias.
Em 2002, o romance Sonhos Tropicais foi adaptado para o cinema sob a direção de André Sturm, com Carolina Kasting, Bruno Giordano, Flávio Galvão, Ingra Liberato e Cecil Thiré no elenco. O filme relata o combate à febre amarela no Rio de Janeiro, comandado pelo médico sanitarista Oswaldo Cruz, e a resistência da população à vacinação obrigatória, que resultou na chamada Revolta da Vacina. Em paralelo, é narrada a história de uma jovem judia polonesa, que imigra para o Brasil em busca de uma vida melhor, mas acaba por se prostituir.
Scliar morreu por volta da 1h do dia 27 de fevereiro de 2011, aos 73 anos, de falência múltipla dos órgãos. Ele estava internado no Hospital de Clínicas de Porto Alegre desde o dia 11 de janeiro, quando deu entrada para a retirada de pólipos (formações benignas) no intestino. A cirurgia foi bem sucedida, mas o escritor acabou tendo um acidente vascular cerebral (AVC) no dia 17 de janeiro, durante o período de recuperação, falecendo quase cinquenta dias depois de sua entrada no hospital[3][4][5].
Academia Brasileira de Letras
Foi o sétimo ocupante da cadeira 31 da Academia Brasileira de Letras. Foi eleito em 31 de julho de 2003, na sucessão de Geraldo França de Lima, e recebido em 22 de outubro de 2003 pelo acadêmico Carlos Nejar.
Obra
Contos O carnaval dos animais. Porto Alegre, Movimento, 1968
A balada do falso Messias. São Paulo, Ática, 1976
Histórias da terra trêmula. São Paulo, Escrita, 1976
O anão no televisor. Porto Alegre, Globo, 1979
Os melhores contos de Moacyr Scliar. São Paulo, Global, 1984
Dez contos escolhidos. Brasília, Horizonte, 1984
O olho enigmático. Rio, Guanabara, 1986
Contos reunidos. São Paulo, Companhia das Letras, 1995
O amante da Madonna. Porto Alegre, Mercado Aberto, 1997
Os contistas. Rio, Ediouro, 1997
Histórias para (quase) todos os gostos. Porto Alegre, L&PM, 1998
Pai e filho, filho e pai. Porto Alegre, L&PM, 2002
Histórias que os jornais não contam. Rio de Janeiro, Agir, 2009.
Romances A guerra no Bom Fim. Rio, Expressão e Cultura, 1972. Porto Alegre, L&PM, ISBN 9788525413215
O exército de um homem só. Rio, Expressão e Cultura, 1973. Porto Alegre, L&PM, ISBN 852540652X
Os deuses de Raquel. Rio, Expressão e Cultura, 1975. Porto Alegre, L&PM, ISBN 85-254-1225-2
O ciclo das águas. Porto Alegre, Globo, 1975; Porto Alegre, L&PM, 1996, ISBN 9788574887838
Mês de cães danados. Porto Alegre, L&PM, 1977, ISBN 852541221X
Doutor Miragem. Porto Alegre, L&PM, 1979, ISBN 8525409219
Os voluntários. Porto Alegre, L&PM, 1979, ISBN 8525410667
O Centauro no Jardim. Rio, Nova Fronteira, 1980. Porto Alegre, L&PM (Tradução francesa:"Le centaure dans le jardin" ),Presses de la Renaissance, Paris, ISBN 2-264-01545-4, 1985
Max e os felinos. Porto Alegre, L&PM, 1981, ISBN 8525410489
A estranha nação de Rafael Mendes. Porto Alegre, L&PM, 1983, ISBN 8525409367
Cenas da vida minúscula. Porto Alegre, L&PM, 1991, ISBN 8525403555
Sonhos tropicais. São Paulo, Companhia das Letras, 1992, ISBN 8571642494
A majestade do Xingu. São Paulo, Companhia das Letras, 1997, ISBN 8571647011
A mulher que escreveu a Bíblia. São Paulo, Companhia das Letras, 1999, ISBN 8571649375
Os leopardos de Kafka. São Paulo, Companhia das Letras, 2000, ISBN 9788535900217
Uma história farroupilha. Porto Alegre, L&PM, 2004, ISBN 8525414204
Na noite do ventre, o diamante. Rio de Janeiro: Ed. Objetiva, 2005, ISBN 8573026790
Ciumento de carteirinha Editora Ática, 2006, ISBN 8508101104
Os vendilhões do templo Companhia das Letras, 2006, ISBN 9788535908299
Manual da paixão solitária. São Paulo: Companhia das Letras, ISBN 9788535913552, 2008
Eu vos abraço, milhões. São Paulo: Companhia das Letras, ISBN 9788535917390. 2010
Ficção infantojuvenil Cavalos e obeliscos. Porto Alegre, Mercado Aberto, 1981; São Paulo, Ática, 2001, ISBN 9788508107247
A festa no castelo. Porto Alegre, L&PM, 1982, ISBN 8525410403
Memórias de um aprendiz de escritor. São Paulo, Cia. Editora Nacional, 1984*, ISBN 8504005674
No caminho dos sonhos. São Paulo, FTD, 1988, ISBN 9788508097753
O tio que flutuava. São Paulo, Ática, 1988, ISBN 85-08-03012-2
Os cavalos da República. São Paulo, FTD, 1989, ISBN 850809759
Pra você eu conto. São Paulo, Atual, 1991, ISBN 9788535708738
Uma história só pra mim. São Paulo, Atual, 1994, ISBN 8535703381
Um sonho no caroço do abacate. São Paulo, Global, 1995, ISBN 8526005111
O Rio Grande farroupilha. São Paulo, Ática, 1995, ISBN 8508044771
Câmera na mão, o guarani no coração. São Paulo, Ática, 1998, ISBN 8508071760
A colina dos suspiros. São Paulo, Moderna, 1999, ISBN 8516023508
O livro da medicina. São Paulo, Companhia das Letrinhas, 2000, ISBN 9788574060811
O mistério da casa verde. São Paulo, Ática, 2000, ISBN 9788508120666
O ataque do comando P.Q. São Paulo, Ática, 2001, ISBN 9788508120581
O sertão vai virar mar. São Paulo, Ática, 2002, ISBN 8508120257
Aquele estranho colega, o meu pai. São Paulo, Atual, 2002, ISBN 8535702474
Éden-Brasil. São Paulo, Companhia das Letras, 2002, ISBN 8535902465
O irmão que veio de longe. Idem, idem, ISBN: 8574061417
Nem uma coisa, nem outra. Rio, Rocco, 2003, ISBN 8532515088
Aprendendo a amar - e a curar. São Paulo, Scipione, 2003, ISBN 978-85-262-4593-7
Navio das cores. São Paulo, Berlendis & Vertecchia, 2003, ISBN 8586387711
Livro de Todos - O Mistério do Texto Roubado. São Paulo, Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 2008. Obra coletiva (Moacyr Scliar e vários autores), ISBN 9788570606129
Crônicas A massagista japonesa. Porto Alegre, L&PM, 1984
Um país chamado infância. Porto Alegre, Sulina, 1989
Dicionário do viajante insólito. Porto Alegre, L&PM, 1995
Minha mãe não dorme enquanto eu não chegar. Porto Alegre, L&PM, 1996. Artes e Ofícios, 2001
O imaginário cotidiano. São Paulo, Global, 2001
A língua de três pontas: crônicas e citações sobre a arte de falar mal. Porto Alegre
Ensaios A condição judaica. Porto Alegre, L&PM, 1987
Do mágico ao social: a trajetória da saúde pública. Porto Alegre, L&PM, 1987; SP, Senac, 2002
Cenas médicas. Porto Alegre, Editora da Ufrgs, 1988. Artes&Ofícios, 2002
Enígmas da culpa. São Paulo, Objetiva, 2007
Prêmios
Prêmio Jabuti de Literatura, 1988, categoria Contos, Crônicas e Novelas
Prêmio APCA, 1989, categoria Literatura
Prêmio Casa de las Americas, 1989, categoria Conto
Prêmio Jabuti de Literatura, 1993, categoria Romance
Prêmio Jabuti de Literatura, 2009, categoria Romanc
Quarta-feira, Maio 30, 2012
Segunda-feira, Maio 28, 2012
2ª.jornada do BRASILEIRÃO
.
COM OS PRINCIPAIS TIMES DESFALCADOS
PELAS MULTIPLAS PROVAS INTERNACIONAIS
DE CLUBES E SELEÇÕES, DISPUTOU-SE
A 2ª.RODADE DO BRASILEIRÃO
2 ª Rodada
Data/Horário Jogo Local
26/05/2012 18:30 (Saba) Atlético-GO 1 x 1 Ponte Preta Serra Dourada
26/05/2012 18:30 (Saba) Flamengo 3 x 3 Internacional-RS Engenhão
26/05/2012 18:30 (Saba) Portuguesa 0 x 1 Vasco Canindé
26/05/2012 21:00 (Saba) Náutico 0 x 0 Cruzeiro Aflitos
27/05/2012 16:00 (Dom) Atlético-MG 1 x 0 Corinthians Independência
27/05/2012 16:00 (Dom) Coritiba 2 x 3 Botafogo-RJ Couto Pereira
27/05/2012 16:00 (Dom) Santos 0 x 0 Sport Vila Belmiro
27/05/2012 16:00 (Dom) São Paulo 1 x 0 Bahia Morumbi
27/05/2012 18:30 (Dom) Fluminense 2 x 2 Figueirense Engenhão
27/05/2012 18:30 (Dom) Grêmio 1 x 0 Palmeiras Olímpico
CLASSIFICAÇÃO
...............P.J.
1° Botafogo-RJ 6 2
2° Vasco 6 2
3° Atlético-MG 6 2
4° Internacional-RS 4 2
5° Figueirense 4 2
6° Fluminense 4 2
7° Grêmio 3 2
8° São Paulo 3 2
9° Flamengo 2 2
10° Atlético-GO 2 2
ETC
COM OS PRINCIPAIS TIMES DESFALCADOS
PELAS MULTIPLAS PROVAS INTERNACIONAIS
DE CLUBES E SELEÇÕES, DISPUTOU-SE
A 2ª.RODADE DO BRASILEIRÃO
2 ª Rodada
Data/Horário Jogo Local
26/05/2012 18:30 (Saba) Atlético-GO 1 x 1 Ponte Preta Serra Dourada
26/05/2012 18:30 (Saba) Flamengo 3 x 3 Internacional-RS Engenhão
26/05/2012 18:30 (Saba) Portuguesa 0 x 1 Vasco Canindé
26/05/2012 21:00 (Saba) Náutico 0 x 0 Cruzeiro Aflitos
27/05/2012 16:00 (Dom) Atlético-MG 1 x 0 Corinthians Independência
27/05/2012 16:00 (Dom) Coritiba 2 x 3 Botafogo-RJ Couto Pereira
27/05/2012 16:00 (Dom) Santos 0 x 0 Sport Vila Belmiro
27/05/2012 16:00 (Dom) São Paulo 1 x 0 Bahia Morumbi
27/05/2012 18:30 (Dom) Fluminense 2 x 2 Figueirense Engenhão
27/05/2012 18:30 (Dom) Grêmio 1 x 0 Palmeiras Olímpico
CLASSIFICAÇÃO
...............P.J.
1° Botafogo-RJ 6 2
2° Vasco 6 2
3° Atlético-MG 6 2
4° Internacional-RS 4 2
5° Figueirense 4 2
6° Fluminense 4 2
7° Grêmio 3 2
8° São Paulo 3 2
9° Flamengo 2 2
10° Atlético-GO 2 2
ETC
Sexta-feira, Maio 25, 2012
TALA LIBERTADORES DA AMÉRICA - seguindo os times brasileiros
.
DISPUTADOS OS QUARTOS DE FINAL
OS CARIOCAS VASCO E FLU FORAM
ELIMINADOS, SEGUINDO OS PAULIS-
TAS SANTOS E CORINTHIANS PARA
AS SEMI FINAIS.
CORINTHIANS, 1 VASCO,0
FLUMINENSE, 1 BOCA JUNIORES,1 (VITORIA argentina nos panalties)
SANTOS, 1 VELEZ SARSFILED,0
Agora nas seni finais teremos:
CORINTHIANS-SANTOS
UNIVERSIDADE DO CHILE-BOCA JINIORS
DISPUTADOS OS QUARTOS DE FINAL
OS CARIOCAS VASCO E FLU FORAM
ELIMINADOS, SEGUINDO OS PAULIS-
TAS SANTOS E CORINTHIANS PARA
AS SEMI FINAIS.
CORINTHIANS, 1 VASCO,0
FLUMINENSE, 1 BOCA JUNIORES,1 (VITORIA argentina nos panalties)
SANTOS, 1 VELEZ SARSFILED,0
Agora nas seni finais teremos:
CORINTHIANS-SANTOS
UNIVERSIDADE DO CHILE-BOCA JINIORS
COMEÇA HOJE, O ROCK'IN RIO LISBOA 2012
.
LISBOA A PARTIR DE HOJE É
A CAPITAL MUNDIAL DO ROCK,
E NÃO É QUALQUER ROCK, É
O ROCK'IN RIO LISBOA 2012

Com a direcção ousada e criativa de Roberta Medina e o know how dos grandes concertos, a Quinta da Bela Vista ,em Lisboa vai tornar-se o centro de todos os sonhos
LISBOA A PARTIR DE HOJE É
A CAPITAL MUNDIAL DO ROCK,
E NÃO É QUALQUER ROCK, É
O ROCK'IN RIO LISBOA 2012

Com a direcção ousada e criativa de Roberta Medina e o know how dos grandes concertos, a Quinta da Bela Vista ,em Lisboa vai tornar-se o centro de todos os sonhos
Terça-feira, Maio 22, 2012
HISTÓRIA DO BRASIL- OS PARTIDOS POLÍTICOS
.
APÓS A DITADURA MILITAR DE 64
FOI LIBERADA A CONSTITUIÇÃO
LIVRE DE PARTIDOS POLITICOS
DEMOCRÁTICOS.

Atualmente, a legislação eleitoral brasileira e a Constituição, promulgada em 1988, permitem a existência de várias agremiações políticas no Brasil. Com o fim da ditadura militar (1964-1985), vários partidos políticos foram criados e outros, que estavam na clandestinidade voltaram a funcionar.
Na época do Regime Militar, a Lei Falcão estabeleceu a existência de apenas duas legendas: ARENA ( Aliança Renovadora Nacional ) e o MDB (Movimento Democrático Brasileiro ). Enquanto a ARENA reunia os políticos favoráveis ao regime militar, o MDB reunia a oposição, embora controlada. Felizmente, esse sistema bipartidário não existe mais e desde o início da década de 1980, nosso país voltou ao sistema democrático com a existência de vários partidos políticos.
Veja abaixo a relação dos principais partidos políticos em funcionamento na atualidade e suas principais idéias e características.
PDT - Partido Democrático Trabalhista
Criado em 1981, o PDT resgatou as principais bandeiras defendidas pelo ex-presidente Getúlio Vargas. De tendência nacionalista e social-democrata, esse partido tem como redutos políticos os estados do Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. Nestas regiões, tem o apóio de uma significativa base eleitoral popular. A principal figura do PDT foi o ex-governador Leonel Brizola, falecido em 2004. O PDT defende como idéia principal o crescimento do país através do investimento na indústria nacional, portanto é contrário às privatizações.
PC do B - Partido Comunista do Brasil
Fundado em 25 de março de 1922, o Partido Comunista do Brasil foi colocado na ilegalidade na época do regime militar (1964 a 1985). Mesmo assim, políticos e partidários do PC do B entraram nas fileiras da luta armada contra os militares. O PC do B voltou a funcionar na legalidade somente em 1985, durante o governo de José Sarney. Este partido defende a implantação do socialismo no Brasil e tem como bandeiras principais a luta pela reforma agrária, distribuição de renda e igualdade social. A principal figura do partido foi o ex-deputado João Amazonas.
PR - Partido da República
Criado em 24 de outubro de 2006 com a fusão do PL (Partido Liberal) e PRONA (Partido da Reedificação da Ordem Nacional). O Partido Liberal entrou em funcionamento no ano de 1985, reunindo vários políticos da antiga ARENA e também dissidentes do PFL e do PDS. O partido tem uma proposta de governo que defende o liberalismoeconômico com pouca intervenção do estado na economia. Outra importante bandeira dos integrantes do PR é a diminuição das taxas e impostos cobrados pelo governo.
DEM - Democratas - Antigo PFL (Partido da Frente Liberal)
O PFL foi registrado em 1984 e contou com a filiação de vários políticos dissidentes do PDS. Apoio e forneceu sustentação política durante os governos de José Sarney, Fernando Collor e Fernando Henrique Cardoso. Atualmente faz oposição ao governo Lula. Suas bases partidárias estão na região Nordestedo Brasil, embora administre atualmente a cidade de São Paulo com o prefeito Gilberto Kassab. Em 28 de março de 2007, passou a chamar Democratas (DEM).
Os partidários defendem uma economia livre de barreiras e a redução de taxas e impostos.
PMDB - Partido do Movimento Democrático Brasileiro
Fundado em 1980, reuniu uma grande quantidade de políticos que integravam o MDB na época do governo militar. Identificado pelos eleitores como o principal representante da redemocratização do pais, no início da década de 1980, foi o vencedor em grande parte das eleiçõesocorridas no período pós regime militar. Chegou ao poder nacional com José Sarney, que tornou-se presidente da república após a morte de Tancredo Neves. Com o sucesso do Plano Cruzado, em 1986, o PMDB conseguiu eleger a grande maioria dos governadores naquelas eleições. Após o fracasso do Plano Cruzado e a morte de seu maior representante, Ulysses Guimarães, o PMDB entrou em declínio. Muitos políticos deixaram a legenda para integrar outras ou fundar novos partidos. A principal legenda fundada pelos dissidentes do PMDB foi o PSDB.
PPS - Partido Popular Socialista
Com a queda do muro de Berlim e o fim do socialismo, muitos partidos deixaram a denominação comunista ou socialistade lado. Foi o que aconteceu com o PCB que transformou-se em PPS, em 1992. Além da mudança de nomenclatura, mexeu em suas bases ideológicas, aproximando-se mais da social-democracia. Suas principais figuras políticas da atualidade são o ex-governador do Ceará Ciro Gomes e o senador Roberto Freire.
PP - Partido Progressista (ex-PPB)
Criado em 1995 da fusão do PPR (Partido Progressista Reformador) com o PP e PRP. Tem como base políticos do antigo PDS, que surgiu a partir da antiga ARENA. O PPB defende idéias amplamente baseadas no capitalismoe na economia de mercado. Seus principais representantes são o ex-governador e ex-prefeito Paulo Maluf de São Paulo e o senador Esperidião Amin de Santa Catarina.
PSDB - Partido da Social-Democracia Brasileira
O PSDB foi fundado no ano de 1988 por políticos que saíram do PMDB por discordarem dos rumos que o partido estava tomando na elaboração da Constituiçãodaquele ano. Políticos como Mario Covas, Fernando Henrique Cardoso, José Serra e Ciro Gomes defendiam o parlamentarismoe o mandato de apenas quatro anos para Sarney. De base social-democrata, defende o desenvolvimento do país com justiça social. O PSDB cresceu muito durante e após os dois mandatos na presidência de Fernando Henrique Cardoso. Atualmente, é a principal força de oposição ao governo Lula.
PSB - Partido Socialista Brasileiro
Foi criado no ano de 1947 e defende idéias do socialismo com transformações na sociedade que representam a melhoria da qualidade de vida dos cidadãos brasileiros. Principal representante político : Miguel Arraes.
PT - Partido dos Trabalhadores
Surgiu junto com as greves e o movimento sindical no início da década de 1980, na região do ABC Paulista. Apareceu no cenário político para ser uma grande força de oposição e representante dos trabalhadores e das classes populares. De base socialista, o PT defende a reforma agrária e a justiça social. Atualmente, governa o país através do presidente Luis Inácio Lula da Silva. As principais metas do governo Lula tem sido : crescimento econômico, estabilidade econômica com o controle inflacionário e geração de empregos.
PSTU - Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado
Fundado em 1994 por dissidentes do PT. Os integrantes do PSTU defendem o fim do capitalismo e a implantação do socialismo no Brasil. Tem como base os antigos regimes socialistas do Leste Europeu. São favoráveis ao sistema onde os trabalhadores consigam mais poder e participação social.
PV - Partido Verde
De base ideológica ecológica, foi fundado em 1986. Os integrantes do PV lutam por uma sociedade capaz de crescer com respeito a natureza. São favoráveis ao respeito aos direitos civis, a paz, qualidade de vida e formas alternativas de gestão pública. Lutam contra as ameaças ao clima e aos ecossistemas do nosso planeta.
PTB - Partido Trabalhista Brasileiro
Fundado no ano de 1979, contou com a participação de Ivete Vargas, filha do ex-presidente Getúlio Vargas. No seu início, pregava a volta dos ideais nacionalistas defendidos por Getúlio Vargas. Atualmente é uma legenda com pouca força política e defende idéias identificadas com o liberalismo.
PCB - Partido Comunista Brasileiro
Fundado na cidade de Niteroi em 25 de março de 1922. Defende o comunismo, baseado nas idéias de Marx e Engels, e tem como símbolo a foice e o martelo cruzados. As cores do partido são o vermelho e o amarelo. É um partido de esquerda, contrário ao sistema capitalista e ao neoliberalismo, defendendo a luta de classes. É também conhecido como "Partidão".
PSOL - Partido Socialismo e Liberdade
Fundado em 6 de junho de 2004, defende o socialismo como forma de governo. Foi criado por dissidentes do PT (Partido dos Trabalhadores). É um partido de esquerda, contrário ao sistema capitalista e ao neoliberalismo. Tem como cor oficial o vermelho e como símbolo um Sol.
PRTB - Partido Renovador Trabalhista Brasileiro - obteve registro definitivo em 18 de fevereiro de 1997.
PSD - Partido Social Democrático - fundado, por políticos dissidentes do Partido Progressista e Democratas, em 21 de março de 2011.
PT do B - Partido Trabalhista do Brasil - obteve o registro definitivo em 11 de outubro de 1994.
PTN - Partido Trabalhista Nacional - refundado em 1995.
PTC - Partido Trabalhista Cristão - obteve registro definitivo em 22 de fevereito de 1990.
PSL - Partido Social Liberal - obteve registro definitivo em 2 de junho de 1998.
PSC - Partido Social Cristão - obteve o registro definitivo em 29 de março de 1990.
PSDC - Partido Social Democrata Cristão- obteve registro definitivo no TSE em 5 de agosto de 1997.
PMN - Partido da Mobilização Nacional - fundado em 1984.
PRP - Partido Republicano Progressista -obtenção do registro definitivo em 22 de novembro de 1991.
PHS - Partido Humanista da Solidariedade - fundado em 20 de março de 1997.
PRB - Partido Republicano Brasileiro - fundado em 25 de agosto de 2005.
APÓS A DITADURA MILITAR DE 64
FOI LIBERADA A CONSTITUIÇÃO
LIVRE DE PARTIDOS POLITICOS
DEMOCRÁTICOS.

Atualmente, a legislação eleitoral brasileira e a Constituição, promulgada em 1988, permitem a existência de várias agremiações políticas no Brasil. Com o fim da ditadura militar (1964-1985), vários partidos políticos foram criados e outros, que estavam na clandestinidade voltaram a funcionar.
Na época do Regime Militar, a Lei Falcão estabeleceu a existência de apenas duas legendas: ARENA ( Aliança Renovadora Nacional ) e o MDB (Movimento Democrático Brasileiro ). Enquanto a ARENA reunia os políticos favoráveis ao regime militar, o MDB reunia a oposição, embora controlada. Felizmente, esse sistema bipartidário não existe mais e desde o início da década de 1980, nosso país voltou ao sistema democrático com a existência de vários partidos políticos.
Veja abaixo a relação dos principais partidos políticos em funcionamento na atualidade e suas principais idéias e características.
PDT - Partido Democrático Trabalhista
Criado em 1981, o PDT resgatou as principais bandeiras defendidas pelo ex-presidente Getúlio Vargas. De tendência nacionalista e social-democrata, esse partido tem como redutos políticos os estados do Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. Nestas regiões, tem o apóio de uma significativa base eleitoral popular. A principal figura do PDT foi o ex-governador Leonel Brizola, falecido em 2004. O PDT defende como idéia principal o crescimento do país através do investimento na indústria nacional, portanto é contrário às privatizações.
PC do B - Partido Comunista do Brasil
Fundado em 25 de março de 1922, o Partido Comunista do Brasil foi colocado na ilegalidade na época do regime militar (1964 a 1985). Mesmo assim, políticos e partidários do PC do B entraram nas fileiras da luta armada contra os militares. O PC do B voltou a funcionar na legalidade somente em 1985, durante o governo de José Sarney. Este partido defende a implantação do socialismo no Brasil e tem como bandeiras principais a luta pela reforma agrária, distribuição de renda e igualdade social. A principal figura do partido foi o ex-deputado João Amazonas.
PR - Partido da República
Criado em 24 de outubro de 2006 com a fusão do PL (Partido Liberal) e PRONA (Partido da Reedificação da Ordem Nacional). O Partido Liberal entrou em funcionamento no ano de 1985, reunindo vários políticos da antiga ARENA e também dissidentes do PFL e do PDS. O partido tem uma proposta de governo que defende o liberalismoeconômico com pouca intervenção do estado na economia. Outra importante bandeira dos integrantes do PR é a diminuição das taxas e impostos cobrados pelo governo.
DEM - Democratas - Antigo PFL (Partido da Frente Liberal)
O PFL foi registrado em 1984 e contou com a filiação de vários políticos dissidentes do PDS. Apoio e forneceu sustentação política durante os governos de José Sarney, Fernando Collor e Fernando Henrique Cardoso. Atualmente faz oposição ao governo Lula. Suas bases partidárias estão na região Nordestedo Brasil, embora administre atualmente a cidade de São Paulo com o prefeito Gilberto Kassab. Em 28 de março de 2007, passou a chamar Democratas (DEM).
Os partidários defendem uma economia livre de barreiras e a redução de taxas e impostos.
PMDB - Partido do Movimento Democrático Brasileiro
Fundado em 1980, reuniu uma grande quantidade de políticos que integravam o MDB na época do governo militar. Identificado pelos eleitores como o principal representante da redemocratização do pais, no início da década de 1980, foi o vencedor em grande parte das eleiçõesocorridas no período pós regime militar. Chegou ao poder nacional com José Sarney, que tornou-se presidente da república após a morte de Tancredo Neves. Com o sucesso do Plano Cruzado, em 1986, o PMDB conseguiu eleger a grande maioria dos governadores naquelas eleições. Após o fracasso do Plano Cruzado e a morte de seu maior representante, Ulysses Guimarães, o PMDB entrou em declínio. Muitos políticos deixaram a legenda para integrar outras ou fundar novos partidos. A principal legenda fundada pelos dissidentes do PMDB foi o PSDB.
PPS - Partido Popular Socialista
Com a queda do muro de Berlim e o fim do socialismo, muitos partidos deixaram a denominação comunista ou socialistade lado. Foi o que aconteceu com o PCB que transformou-se em PPS, em 1992. Além da mudança de nomenclatura, mexeu em suas bases ideológicas, aproximando-se mais da social-democracia. Suas principais figuras políticas da atualidade são o ex-governador do Ceará Ciro Gomes e o senador Roberto Freire.
PP - Partido Progressista (ex-PPB)
Criado em 1995 da fusão do PPR (Partido Progressista Reformador) com o PP e PRP. Tem como base políticos do antigo PDS, que surgiu a partir da antiga ARENA. O PPB defende idéias amplamente baseadas no capitalismoe na economia de mercado. Seus principais representantes são o ex-governador e ex-prefeito Paulo Maluf de São Paulo e o senador Esperidião Amin de Santa Catarina.
PSDB - Partido da Social-Democracia Brasileira
O PSDB foi fundado no ano de 1988 por políticos que saíram do PMDB por discordarem dos rumos que o partido estava tomando na elaboração da Constituiçãodaquele ano. Políticos como Mario Covas, Fernando Henrique Cardoso, José Serra e Ciro Gomes defendiam o parlamentarismoe o mandato de apenas quatro anos para Sarney. De base social-democrata, defende o desenvolvimento do país com justiça social. O PSDB cresceu muito durante e após os dois mandatos na presidência de Fernando Henrique Cardoso. Atualmente, é a principal força de oposição ao governo Lula.
PSB - Partido Socialista Brasileiro
Foi criado no ano de 1947 e defende idéias do socialismo com transformações na sociedade que representam a melhoria da qualidade de vida dos cidadãos brasileiros. Principal representante político : Miguel Arraes.
PT - Partido dos Trabalhadores
Surgiu junto com as greves e o movimento sindical no início da década de 1980, na região do ABC Paulista. Apareceu no cenário político para ser uma grande força de oposição e representante dos trabalhadores e das classes populares. De base socialista, o PT defende a reforma agrária e a justiça social. Atualmente, governa o país através do presidente Luis Inácio Lula da Silva. As principais metas do governo Lula tem sido : crescimento econômico, estabilidade econômica com o controle inflacionário e geração de empregos.
PSTU - Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado
Fundado em 1994 por dissidentes do PT. Os integrantes do PSTU defendem o fim do capitalismo e a implantação do socialismo no Brasil. Tem como base os antigos regimes socialistas do Leste Europeu. São favoráveis ao sistema onde os trabalhadores consigam mais poder e participação social.
PV - Partido Verde
De base ideológica ecológica, foi fundado em 1986. Os integrantes do PV lutam por uma sociedade capaz de crescer com respeito a natureza. São favoráveis ao respeito aos direitos civis, a paz, qualidade de vida e formas alternativas de gestão pública. Lutam contra as ameaças ao clima e aos ecossistemas do nosso planeta.
PTB - Partido Trabalhista Brasileiro
Fundado no ano de 1979, contou com a participação de Ivete Vargas, filha do ex-presidente Getúlio Vargas. No seu início, pregava a volta dos ideais nacionalistas defendidos por Getúlio Vargas. Atualmente é uma legenda com pouca força política e defende idéias identificadas com o liberalismo.
PCB - Partido Comunista Brasileiro
Fundado na cidade de Niteroi em 25 de março de 1922. Defende o comunismo, baseado nas idéias de Marx e Engels, e tem como símbolo a foice e o martelo cruzados. As cores do partido são o vermelho e o amarelo. É um partido de esquerda, contrário ao sistema capitalista e ao neoliberalismo, defendendo a luta de classes. É também conhecido como "Partidão".
PSOL - Partido Socialismo e Liberdade
Fundado em 6 de junho de 2004, defende o socialismo como forma de governo. Foi criado por dissidentes do PT (Partido dos Trabalhadores). É um partido de esquerda, contrário ao sistema capitalista e ao neoliberalismo. Tem como cor oficial o vermelho e como símbolo um Sol.
PRTB - Partido Renovador Trabalhista Brasileiro - obteve registro definitivo em 18 de fevereiro de 1997.
PSD - Partido Social Democrático - fundado, por políticos dissidentes do Partido Progressista e Democratas, em 21 de março de 2011.
PT do B - Partido Trabalhista do Brasil - obteve o registro definitivo em 11 de outubro de 1994.
PTN - Partido Trabalhista Nacional - refundado em 1995.
PTC - Partido Trabalhista Cristão - obteve registro definitivo em 22 de fevereito de 1990.
PSL - Partido Social Liberal - obteve registro definitivo em 2 de junho de 1998.
PSC - Partido Social Cristão - obteve o registro definitivo em 29 de março de 1990.
PSDC - Partido Social Democrata Cristão- obteve registro definitivo no TSE em 5 de agosto de 1997.
PMN - Partido da Mobilização Nacional - fundado em 1984.
PRP - Partido Republicano Progressista -obtenção do registro definitivo em 22 de novembro de 1991.
PHS - Partido Humanista da Solidariedade - fundado em 20 de março de 1997.
PRB - Partido Republicano Brasileiro - fundado em 25 de agosto de 2005.
Segunda-feira, Maio 21, 2012
PRÉMIO CAMÕES 2012 ,PARA O BRASIL para DALTON TREVISAN
.
PREMIO CAMÕES 2012 PARA O BRASILEIRO DALTON TREVISAN
O escritor brasileiro Dalton Trevisan foi distinguido com o Prémio Camões, o maior prémio literário de língua portuguesa. O prémio foi entregue esta segunda-feira em Lisboa pelo secretário de Estado da Cultura, Francisco José Viegas.

Tal como tem sido habitual ao longo dos anos, o júri leu a acta da reunião, apresentando as razões justificativas da escolha do premiado.
O júri da 24ª edição do Prémio Camões foi constituído por Rosa Martelo, professora associada da Faculdade de Letras da Universidade do Porto; Abel Barros Baptista, professor associado da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa; a poeta angolana Ana Paula Tavares; o historiador e escritor moçambicano João Paulo Borges Coelho; Alcir Pécora, professor da Universidade de Campinas, Brasil, e o crítico, ensaísta e escritor brasileiro Silviano Santiago.
O Prémio Camões, instituído por Portugal e pelo Brasil em 1989, é o maior prémio de prestígio da língua portuguesa, no valor de cem mil euros. Com a sua atribuição é prestada anualmente uma homenagem à literatura em português, recaindo a escolha num escritor cuja obra contribua para a projecção e reconhecimento da língua portuguesa.
Miguel Torga foi o primeiro escritor a ser distinguido com o prémio em 1989 e desde então já foram premiados João Cabral de Melo Neto, José Craveirinha, Vergílio Ferreira, Rachel de Queiroz, Jorge Amado, José Saramago, Eduardo Lourenço, Pepetela, Antonio Candido, Sophia de Mello Breyner Andresen, Autran Dourado, Eugénio de Andrade, Maria Velho da Costa, Rubem Fonseca, Agustina Bessa-Luís, Lygia Fagundes Telles,Luandino Vieira, António Lobo Antunes, João Ubaldo Ribeiro, Arménio Vieira e Ferreira Gullar.
O escritor português Manuel António Pina foi o premiado na edição do ano passado
PREMIO CAMÕES 2012 PARA O BRASILEIRO DALTON TREVISAN
O escritor brasileiro Dalton Trevisan foi distinguido com o Prémio Camões, o maior prémio literário de língua portuguesa. O prémio foi entregue esta segunda-feira em Lisboa pelo secretário de Estado da Cultura, Francisco José Viegas.

Tal como tem sido habitual ao longo dos anos, o júri leu a acta da reunião, apresentando as razões justificativas da escolha do premiado.
O júri da 24ª edição do Prémio Camões foi constituído por Rosa Martelo, professora associada da Faculdade de Letras da Universidade do Porto; Abel Barros Baptista, professor associado da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa; a poeta angolana Ana Paula Tavares; o historiador e escritor moçambicano João Paulo Borges Coelho; Alcir Pécora, professor da Universidade de Campinas, Brasil, e o crítico, ensaísta e escritor brasileiro Silviano Santiago.
O Prémio Camões, instituído por Portugal e pelo Brasil em 1989, é o maior prémio de prestígio da língua portuguesa, no valor de cem mil euros. Com a sua atribuição é prestada anualmente uma homenagem à literatura em português, recaindo a escolha num escritor cuja obra contribua para a projecção e reconhecimento da língua portuguesa.
Miguel Torga foi o primeiro escritor a ser distinguido com o prémio em 1989 e desde então já foram premiados João Cabral de Melo Neto, José Craveirinha, Vergílio Ferreira, Rachel de Queiroz, Jorge Amado, José Saramago, Eduardo Lourenço, Pepetela, Antonio Candido, Sophia de Mello Breyner Andresen, Autran Dourado, Eugénio de Andrade, Maria Velho da Costa, Rubem Fonseca, Agustina Bessa-Luís, Lygia Fagundes Telles,Luandino Vieira, António Lobo Antunes, João Ubaldo Ribeiro, Arménio Vieira e Ferreira Gullar.
O escritor português Manuel António Pina foi o premiado na edição do ano passado
BRASILEIRÃO COMEÇOU ONTEM
.
INIIOU-SE O MAIOR CAMPEONATO
NACIONAL DO MUNDO, O UNICO
COM 20 CLUBES.
Na 1ª.rodada destaque para a derrota do canpeão do ano anterior o Corinthians`face ao Fluminense ,campepão de 2010.
1 ª Rodada
Data/Horário Jogo Local
19/05/2012 18:30 (Saba) Palmeiras 1 x 1 Portuguesa Pacaembu
19/05/2012 18:30 (Saba) Sport 1 x 1 Flamengo Ilha do Retiro
19/05/2012 21:00 (Saba) Figueirense 2 x 1 Náutico Orlando Scarpelli
20/05/2012 16:00 (Dom) Botafogo-RJ 4 x 2 São Paulo Engenhão
20/05/2012 16:00 (Dom) Corinthians 0 x 1 Fluminense Pacaembu
20/05/2012 16:00 (Dom) Internacional-RS 2 x 0 Coritiba Beira Rio
20/05/2012 16:00 (Dom) Ponte Preta 0 x 1 Atlético-MG Moisés Lucarelli
20/05/2012 18:30 (Dom) Cruzeiro 0 x 0 Atlético-GO Parque do Sabiá
20/05/2012 18:30 (Dom) Bahia 0 x 0 Santos Pituaçu
20/05/2012 18:30 (Dom) Vasco 2 x 1 Grêmio São Januário
CORINTHIANS, 0 FLUMINENSE, 1
INIIOU-SE O MAIOR CAMPEONATO
NACIONAL DO MUNDO, O UNICO
COM 20 CLUBES.
Na 1ª.rodada destaque para a derrota do canpeão do ano anterior o Corinthians`face ao Fluminense ,campepão de 2010.
1 ª Rodada
Data/Horário Jogo Local
19/05/2012 18:30 (Saba) Palmeiras 1 x 1 Portuguesa Pacaembu
19/05/2012 18:30 (Saba) Sport 1 x 1 Flamengo Ilha do Retiro
19/05/2012 21:00 (Saba) Figueirense 2 x 1 Náutico Orlando Scarpelli
20/05/2012 16:00 (Dom) Botafogo-RJ 4 x 2 São Paulo Engenhão
20/05/2012 16:00 (Dom) Corinthians 0 x 1 Fluminense Pacaembu
20/05/2012 16:00 (Dom) Internacional-RS 2 x 0 Coritiba Beira Rio
20/05/2012 16:00 (Dom) Ponte Preta 0 x 1 Atlético-MG Moisés Lucarelli
20/05/2012 18:30 (Dom) Cruzeiro 0 x 0 Atlético-GO Parque do Sabiá
20/05/2012 18:30 (Dom) Bahia 0 x 0 Santos Pituaçu
20/05/2012 18:30 (Dom) Vasco 2 x 1 Grêmio São Januário
CORINTHIANS, 0 FLUMINENSE, 1
Domingo, Maio 20, 2012
TAÇA DE PORTUGAL - A ACADEMICA DE COIMBRA VENCEU O SPORTING NA FINAL
.
GRANDE VITÓRIA DA EQUIPA DOS
ESTUDANTES DE COIMBRA QUE
VCENCERAM A TAÇA QUE NÃO
GANHAVAM HÁ 73 ANOS.
A ACADEICA de COIMBRA venceu o SPORTING por 1-0, ganhando a Taça de Portugal pela 2ª.vez na sua História .
A primeira tinha ganho em 1939, há já 73 anos.
Neste momento Coinbra está em festa ,e por todo o Portugal, TODOS os ESTUDANTES festejam também o feito, com a irreverência digna dos universitários.
Venceram e mereceram, defendendo e atacando com energia e talento.
GRANDE VITÓRIA DA EQUIPA DOS
ESTUDANTES DE COIMBRA QUE
VCENCERAM A TAÇA QUE NÃO
GANHAVAM HÁ 73 ANOS.
A ACADEICA de COIMBRA venceu o SPORTING por 1-0, ganhando a Taça de Portugal pela 2ª.vez na sua História .
A primeira tinha ganho em 1939, há já 73 anos.
Neste momento Coinbra está em festa ,e por todo o Portugal, TODOS os ESTUDANTES festejam também o feito, com a irreverência digna dos universitários.
Venceram e mereceram, defendendo e atacando com energia e talento.
CIDADE DE DEUS - 10 ANOS DEPOIS, num projecto de LUCANO VIDIGAL
.
LUCIANO VIDIGAL, UM CINESTA
BRASILEIRO, FOI À FAVELA ONDE
LUIS MEIRELLES FILMOU O CIDADE
DE DEUS E PRODUZIU DOCUMENTÁRIO
SOBRE OS MENINOS DO FILME
LUCIANO VIDIGAL, UM CINESTA
BRASILEIRO, FOI À FAVELA ONDE
LUIS MEIRELLES FILMOU O CIDADE
DE DEUS E PRODUZIU DOCUMENTÁRIO
SOBRE OS MENINOS DO FILME
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